
O impacto da regulamentação da duplicata escritural para os cedentes, destacando 2026 como um ano fundamental de testes, validação de modelos e ajustes no mercado de crédito.
A implementação da duplicata escritural, fundamentada na legislação de 2018 e com exigências a partir de 2023, marca uma fase decisiva para a participação dos cedentes e a gestão dos seus contas a receber no mercado de crédito formalizado. O momento atual é caracterizado como um período essencial de experimentação e consolidação tecnológica.
Enquadramento regulatório: A trajetória da legislação da duplicata escritural e a sua transição para a obrigatoriedade no mercado.
Fase de experimentação: O papel das plataformas na testagem de serviços, correção de rotas e validação de modelos operacionais ao longo de 2026.
Ajuste das esteiras operacionais: Como o mercado está a construir e a aperfeiçoar os processos para integrar duplicatas e garantias de forma eficiente.
Apesar de os grandes números do mercado apresentarem pouca variação imediata, a validação das esteiras operacionais e tecnológicas é indispensável para garantir a segurança dos cedentes. Estruturar estes processos permite que as empresas transformem os seus recebíveis em garantias sólidas e integradas ao ecossistema de crédito.
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