
A estreia da Rota AmFi 2026 em Salvador debateu a descentralização do mercado financeiro e os caminhos para conectar originadores regionais à liquidez institucional do mercado de capitais.
Existe uma demanda crescente por estruturas de crédito mais sofisticadas fora dos grandes centros financeiros do Brasil. Salvador foi a cidade escolhida para inaugurar a turnê da Rota AmFi em 2026, evidenciando a relevância financeira e o potencial econômico do Nordeste. Com uma base produtiva de mais de 300 mil empreendimentos ativos e uma forte cadeia de recebíveis, a capital baiana ainda enfrenta gargalos no acesso a financiamentos estruturados, cenário que a tecnologia e a infraestrutura da AmFi e de seus parceiros buscam transformar.
Visão de Expansão e Capilaridade: A análise de Fabio Moriya, Diretor de Distribuição da AmFi, sobre a importância de aproximar ecossistemas regionais altamente qualificados do ecrã principal de liquidez.
Perspectivas do Setor: As reflexões de Márcio Schettini, CEO da Coruja Capital, sobre a evolução do mercado de capitais e o futuro do crédito no país.
Pontes para a Liquidez Institucional: Um painel comandado por Jessica Mota (Diretora de Estruturação da AmFi) com Matheus Paixão (CEO da PX Finance e presidente do Sinfac-Bahia) e Giane Souza (Diretora da WBA Software) sobre como integrar originadores locais ao financiamento institucional.
A concentração das conexões de crédito estruturado em São Paulo cria um gargalo histórico para empresas e originadores qualificados em outras regiões do país. A Rota AmFi Salvador demonstra que a descentralização financeira já é uma realidade: a tecnologia elimina barreiras geográficas, otimiza captações e permite que ecossistemas regionais escalem suas operações com a mesma eficiência, segurança e acesso à liquidez dos grandes centros.
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